http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/07/jovem-agredido-em-casamento-no-rio-e-detido-com-maconha-diz-policia.html
Não é a primeira vez que uma vítima se torna "culpada" por alguma coisa logo depois do incidente que a fragilizou. É tanta merda que dá até nojo de comentar.
Primeiramente, o cara é atingido por um cinzeiro (algo incomum diga-se de passagem) por um moleque de 18 anos, sobrinho de um dos homens mais ricos do Rio de Janeiro em uma manifestação PACÍFICA até aquele momento. Como se não bastasse, o jovem de 24 anos tenta desesperado entrar no Copacabana Palace para receber atendimento e NÃO CONSEGUE, é claro.
Curiosamente, 3 DIAS DEPOIS ele é abordado por policiais em Santa Teresa. Ou seja, ou desconfiavam do cara por algum "motivo" ou, claro, sabiam quem ele era e buscavam algo que o condenasse. Bingo! Os policiais "acertaram" e encontraram maconha na mochila dele (pequena quantidade, vale lembrar). Eu não uso maconha e não sou a favor de tornar a droga legal, como o álcool e o tabaco, que por sinal matam muito mais. No entanto, sabemos que a maconha não se compara a outras drogas lícitas (como as já citadas) e as ilícitas e não traz malefícios a saúde. Independente dele ser a vítima de tudo que aconteceu no sábado, ele seria detido por essa polícia incrível que nós temos. Claro, ele é pobre e foi abordado em Santa Teresa. Sabemos também que se foi encontrada pouca quantidade era para uso próprio. O mais curioso ainda é que o cara é detido no mesmo dia que o tal Daniel Barata é intimado para depor. Pegou mal, hein.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Para Carol, que neste momento está em Israel.
"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio, danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim."
Carlos Drummond de Andrade
"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio, danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim."
Carlos Drummond de Andrade
Assinar:
Comentários (Atom)